Assassin's Creed

Todos os Assassin’s Creed por ordem de lançamento

Confira todos os jogos da franquia Assassin's Creed em ordem de lançamento.

Todos os Assassin’s Creed por ordem de lançamento
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Assassin’s Creed é uma das mais longevas e icônicas franquias dos games. Desenvolvida pela Ubisoft, desde seu primeiro título em 2007, a série transporta jogadores para alguns dos períodos mais fascinantes da história humana, misturando ação, muita furtividade e narrativa histórica com elementos de ficção científica. Abaixo, você confere todos os jogos principais da franquia, do início até o mais recente.

1. Assassin’s Creed (2007)

A história do primeiro Assassin’s Creed acompanha Desmond Miles, um bartender que é sequestrado pela corporação Abstergo Industries e forçado a usar o Animus, uma máquina capaz de acessar as memórias genéticas de seus ancestrais. Através dela, Desmond revive as aventuras de Altaïr Ibn-La’Ahad, um Assassino que opera na Terra Santa durante a Terceira Cruzada, em 1191. Ao investigar artefatos poderosos conhecidos como Peças do Éden, Altaïr descobre uma conspiração que vai muito além do conflito entre cruzados e sarracenos.

O primeiro Assassin’s Creed ainda era um jogo cru e, por vezes, até repetitivo, mas já mostrava a essência do que estaria por vir.

2. Assassin’s Creed II (2009)

O segundo jogo, considerado por muitos o melhor da franquia, expande enormemente as mecânicas do original. Desmond Miles continua usando o Animus, desta vez para reviver as memórias de Ezio Auditore da Firenze, um jovem nobre italiano do século XV, este que marcaria seu nome na história dos games. Após ver seu pai e irmãos serem executados injustamente, Ezio embarca em uma jornada de vingança que o leva a descobrir sua herança como Assassino. O jogo se passa na Itália Renascentista, com passagens por Florença, Veneza e outras cidades históricas.

3. Assassin’s Creed: Brotherhood (2010)

Após os eventos, e o sucesso, do jogo anterior, a Ubisoft resolveu nos contar mais sobre a história de Ezio Auditore. Desta vez, Ezio se estabelece em Roma com o objetivo de destruir o poder dos Bórgia, família que controla a cidade e o Vaticano. Para isso, ele reconstrói a Irmandade dos Assassinos, recrutando e treinando novos membros para lutar ao seu lado. Brotherhood introduziu o sistema de recrutamento de assassinos e a experiência multijogador na franquia.

4. Assassin’s Creed: Revelations (2011)

Assassin’s Creed: Revelations veio para finalizar a trilogia de Ezio Auditore, ao mesmo tempo em que se aprofunda na história de Altaïr, o primeiro assassino da franquia. Agora um homem mais velho e experiente, Ezio viaja até Constantinopla, a atual Istambul, durante o declínio do Império Otomano, em busca dos Selos de Altaïr, que contêm as memórias do lendário Assassino.

5. Assassin’s Creed III (2012)

A série dá um salto para um cenário inédito: a América colonial durante a Revolução Americana (1754–1783). O protagonista é Ratonhnhaké:ton, mais conhecido por Connor, filho de um colonizador britânico com uma mulher da nação Mohawk. Motivado pela destruição de sua aldeia, Connor se torna um Assassino e acaba se envolvendo nos maiores conflitos da época, cruzando caminhos com figuras históricas como George Washington e Benjamin Franklin. Assassin’s Creed III conclui o arco narrativo de Desmond Miles.

6. Assassin’s Creed IV: Black Flag (2013)

Um dos games mais amados da franquia, Black Flag, mergulha no auge da Era de Ouro da Pirataria, no Caribe do início do século XVIII. O protagonista é Edward Kenway, um pirata galês e avô de Connor, que acaba se envolvendo na guerra entre Assassinos e Templários quase por acidente. Com um navio chamado Gralha (também chamado de Jackdaw, em inglês), o jogador explora vastos oceanos, ataca frotas, busca tesouros e interage com piratas históricos como Barba Negra e Calico Jack.

7. Assassin’s Creed Rogue (2014)

Assassin’s Creed Rogue traz uma perspectiva inédita na franquia: pela primeira vez o jogador assume o papel de um Templário. Shay Patrick Cormac, um ex-Assassino a serviço dos Templários, é um jovem irlandês que, após um evento traumático causado pela Irmandade, se volta contra os Assassinos no período da Guerra Franco-Indiana. O jogo se passa no Atlântico Norte, no Rio São Lourenço e em Nova York, conectando diretamente os eventos de Black Flag e de Assassin’s Creed III. Para os amantes de Black Flag, Rogue é um jogo obrigatório.

8. Assassin’s Creed Unity (2014)

Seguindo a história de Rogue, a franquia chega à Revolução Francesa com Assassin’s Creed Unity. Com Paris como cenário principal, o protagonista é Arno Dorian, um jovem francês que ingressa na Irmandade dos Assassinos após a morte de seu pai, Charles Dorian, também um Assasino. Em meio ao caos da guilhotina, das rebeliões populares e das conspirações políticas, Arno busca tanto vingança quanto redenção.

9. Assassin’s Creed Syndicate (2015)

Assassin’s Creed Syndicate avança para a Londres Vitoriana de 1868, durante a Revolução Industrial. Os protagonistas são os gêmeos Jacob e Evie Frye, dois Assassinos com estilos opostos, Jacob prefere o confronto direto e a infiltração nos submundos criminosos, enquanto Evie é mais estratégica e focada em recuperar artefatos dos Templários. Juntos, eles trabalham para libertar Londres das garras de Crawford Starrick, um poderoso Templário que controla a cidade.

10. Assassin’s Creed Origins (2017)

Origins marcou uma reinvenção completa da franquia, tanto em mecânicas de gameplay quanto em ambientação. A história se passa no Egito Ptolomaico do século I a.C., e acompanha Bayek de Síwah, um Medjay que, movido pela morte de seu filho, inicia uma campanha de vingança que culmina na criação do próprio Credo dos Assassinos. O jogo apresenta Cleópatra, Júlio César e Ptolomeu XIII como personagens, e introduz o sistema de combate baseado em RPG que definiria os jogos seguintes da série.

11. Assassin’s Creed Odyssey (2018)

Transportando a série para a Grécia Antiga de 431 a.C., durante a Guerra do Peloponeso, Assassin’s Creed Odyssey é o jogo mais massivo da franquia até então, e particularmente o que mais me diverti em toda a franquia. O jogador pode escolher entre dois protagonistas: Alexios ou Kassandra, mercenários descendentes do lendário Leônidas. A história envolve a busca pelas origens de uma poderosa organização secreta, o Culto do Cosmos (ou Cult of Kosmos, em inglês), e explora as origens tanto dos Assassinos quanto dos Templários, revelando que seus conflitos remontam à Grécia Antiga. Odyssey aprofundou ainda mais os elementos de RPG.

12. Assassin’s Creed Valhalla (2020)

Valhalla leva a franquia para a Era Viking, no século IX d.C. O protagonista é Eivor Varinsdóttir, também conhecido como Marca de Lobo, um guerreiro nórdico que lidera o clã Corvo Vingador em sua migração da Noruega para a Inglaterra, em busca de novas terras e prosperidade. Enquanto constrói um assentamento e forja alianças com os reinos saxões, Eivor se envolve com a Irmandade dos Ocultos, precursora dos Assassinos, e descobre segredos sobre os Deuses Asgardianos que vão muito além do que se imagina.

13. Assassin’s Creed Mirage (2023)

Um retorno às origens da franquia em tom e escala. Assassin’s Creed Mirage acompanha Basim Ibn Ishaq, personagem que os jogadores de Valhalla já conhecem, em sua juventude em Bagdá do século IX, durante o florescimento do Califado Abássida. Antes de se tornar um Mestre Assassino, Basim é um jovem ladrão de rua que é recrutado pela Irmandade dos Ocultos. O jogo revisita as mecânicas clássicas de furtividade e parkour dos primeiros títulos, com uma narrativa mais focada e um mundo menor e mais denso comparado aos RPGs anteriores.

14. Assassin’s Creed Shadows (2025)

O mais recente capítulo da franquia, Assassin’s Creed Shadows, leva os jogadores ao Japão Feudal do século XVI, durante o período Sengoku, uma era de guerras civis e unificação do país. Pela primeira vez, a série apresenta dois protagonistas com estilos de jogo radicalmente diferentes: Naoe, uma shinobi ágil e furtiva da província de Iga, e Yasuke, um guerreiro de origem africana que se tornou um samurai histórico a serviço de Oda Nobunaga. A narrativa explora o conflito entre esses dois personagens e sua relação com a Irmandade, enquanto o Japão passa por uma das transformações mais turbulentas de sua história.