A expectativa pro filme live-action de The Legend of Zelda está muito alta. Afinal, a icônica franquia da Nintendo fará sua aguardada estreia nos cinemas no dia 7 de maio de 2027.
Diferente da aclamada animação do Super Mario, a adaptação comandada pelo diretor Wes Ball será em formato live-action. E a produção já está a todo vapor, com as filmagens rolando lá na Nova Zelândia.
No entanto, há um detalhe que vem tirando o sono de muitos fãs nas últimas semanas. Estamos falando do fato de que o Link, o lendário herói de Hyrule, provavelmente irá falar no filme.
Sim, durante quase 40 anos de jogos, o personagem sempre foi famoso por ser um protagonista bem silencioso.
Veterano da Nintendo não quer o Link falando muito no filme!

E parece que não são apenas os fãs que estão com um pé atrás com essa possibilidade. Agora, Takaya Imamura, lendário ex-diretor de arte da franquia, decidiu quebrar o silêncio sobre o assunto.
Pra quem está por fora, Imamura é um veterano de enorme peso. Ele passou incríveis 32 anos trabalhando na Nintendo. Ele trabalhou em clássicos absolutos como Majora’s Mask, além de ter criado o visual de personagens icônicos do Star Fox e F-Zero.
Através de suas redes sociais, Imamura confessou que teme que a “magia de Zelda” possa acabar evaporando caso o Link comece a falar no cinema.
Como já foi revelado oficialmente, o herói será interpretado pelo jovem ator Benjamin Evan Ainsworth. Porém, após os seus comentários repercutirem, o ex-diretor decidiu esclarecer um pouco melhor a sua opinião.
De acordo com o veterano, a ideia não é que o personagem seja 100% mudo na adaptação. Ele apenas espera que o Link mantenha a sua clássica personalidade em vez de ficar tagarelando o filme inteiro.
“Não é que eu não queira que ele fale de forma alguma; pelo contrário, eu espero que ele consiga manter aquela taciturnidade típica do Link em vez de tagarelar demais”, explicou Imamura.
Ou seja, mesmo com a grande transição pros cinemas, a essência do que torna o herói tão único ainda precisa ser fortemente preservada.
